Depois de um longo recesso de textos (e teve umas férias também nesse meio tempo), está de volta a Saga do Estágio (ou eram Crônicas do Estágio? Nem lembro mais). Muita coisa aconteceu desde a última vez que resolvi narrar as interessantíssimas tardes de trabalho incessante e extenuante que eu e o Mateus passamos no Laboratório de Hardware.
Sou tão sujeito homem que posso postar essa imagem sem perder pontos de masculinidade.
A primeira coisa importante, é que nos mudamos. Houve várias mudanças no colégio, devido á construção de um novo prédio de laboratórios no lugar de um antigo auditório. Ah, que lembranças daquele auditório.
Foi lá que reuniram os alunos do primeiro ano logo que cheguei na escola. Lá eu vi pela primeira vez palestras que eu veria pelo menos mais duas vezes no decorrer do Ensino Médio.
Retomando aqui.
Fizeram um prédio com salas novas e computadores novinhos. Os professores, nossos antigos vizinhos de sala, foram transferidos para aquele prédio limpo, bonito e com cheiro de seção de eletrônicos das Casas Bahia. Então, fomos transferidos para a sala vizinha à nossa.
Precisaríamos (e ainda precisamos) transferir todo o armário de peças de Hardware da antiga sala para a nova. Levamos todos os componentes para a sala nova e deixamos lá num cantinho, tudo bonitinho. Aliás, bonitinho não, porque é tudo antigo e peças de computador não costumam ser bonitas.
Certo, a outra novidade é que o colégio está em greve. De novo. Isso nos deu uma nova possibilidade: adiantar estágio. Isso é um negócio bem legal, já que nos encontramos no fatídico ano do vestibular (que talvez nem aconteça por causa da greve. Mas continuemos). Eu e Mateus tivemos bastante tempo para explorar a nova sala. Encontramos muita coisa bacana, importada de alguns outros laboratórios do colégio.
Nossa tarefa era achar coisas a serem descartadas.
Vou listar algumas coisas que encontramos: Um controle de Play 2; Um joystick daqueles em formato de manche (tenho que achar um jeito de jogar Flight Simulator com aquilo); Duas calculadoras daquelas grandonas que tem impressora; um monte de celulares muito antigos; e teve outras coisas menos importantes e menos maneiras, que eu também não vou me lembrar.
Ah, sim. E agora a gente tem um rádio que estava lá também.
Não posso esquecer das ilustríssimas visitas que recebemos.
A primeira não foi nem nessa semana, nem nesse semestre, mas tenho que mencionar. O amigo Cassiano foi até nossa antiga residência profissional (porque nos sentimos em casa lá rsrsrs) para tratar de uns assuntos do relatório de estágio dele. Agora, para as visitas dessa semana: recebemos o amigo Ranieri, que sentou-se na cadeira do professor e deu um cochilo radical. Depois foi a vez do Luís, que também se divertiu com nossas descobertas do laboratório.
E esta foi a volta da Saga do Estágio, tentarei escrever isso mais vezes, se meus ferimentos causados por arestas de placas de computador nos meus dedos permitirem.